11275 - Rendimento do óleo essencial de cidreira brava (Lippia alba (Mill.) N.E. Brown. em diferentes horários de corte

FILOMENA NÁDIA RODRIGUES BEZERRA, RUBENS RANGEL ROLIM, HERNANDES RUFINO DOS SANTOS, CLÁUDIA ARAÚJO MARCO, JOSÉ VALMIR FEITOSA, ANTÔNIO NELSON LIMA DA COSTA

Resumo


A cidreira brava (Lippia alba (Mill.) N.E. Brown. pertence à família Verbenaceae, largamente utilizada pela população brasileira, na forma de infusão das suas folhas, como antiespasmódico, estomáquico, carminativo, calmante, digestivo e também, para combate à insônia e a asma. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o efeito do horário de corte das folhas cidreira brava sobre o rendimento de seu óleo essencial. As mudas foram produzidas por estacas coletadas na chapada do Araripe (FLONA ARARIPE) contendo como substrato solo da chapada e adubo orgânico. Posteriormente as mudas foram transplantadas para uma área experimental existente na sede do IBAMA na cidade do Crato, no espaçamento de 0,50 x 0,50 m. Após um período de 70 dias foram feitas coletas das folhas frescas nos seguintes horários: 7:00; 10:00; 13:00 e 16:00 horas. As folhas foram submetidas ao processo de hidrodestilação, utilizando uma amostra de 300 g do material vegetal verde por repetição para que fosse avaliado o rendimento de óleo essencial em cada tratamento. Os experimentos foram conduzidos em blocos casualizados, com quatro repetições. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. O horário de corte das folhas de cidreira brava influenciou significativamente o rendimento de seu óleo essencial.

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